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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Os sinos...zzzzzz

A noite de Natal, por opção e escolha, passei sozinha. Mãe foi com sobrinho, sobrinha foi com marido e filho pra outra casa e eu pude enfim fazer o que mais gosto: nada, sem obrigações. Quando o nada é sem culpa é muito bom, e raro. Minhas companhias usuais (a boneca entrou aqui de gaiata):















O livro de capa vermelha já li, o de poesias quase; o  primeiro é... estranho, comprei pelo autor e pela beleza do objeto, mas não deu muito certo, acho - se falar sobre esse livro quero fazê-lo com vontade e com cuidado, porque o Bartolomeu é um autor que prezo muito; essa senhora Wislawa é uma enorme poeta, como tantas e tantas páginas na internet já o disseram; Azul corvo está na fila há meses, furei a fila pra ele e também preciso terminá-lo para falar com cuidado, porque quando conheço um pouco o autor e o respeito, prefiro não falar se não houver algum traço na obra que me tenha despertado de alguma forma.

O do Rubens Figueiredo nem comecei, mas esse livro tem sido bem elogiado e ganhou, entre outros, o Portugal Telecom deste ano, e eu tenho pelo autor o maior apreço: quando era jovem escrevi algumas resenhas para o Idéias do JB e houve uma época em que ele foi, por um tempo, o editor do caderno (acho que cobriu férias da Vivian Wyler) e sempre me tratou com a maior consideração. Dele, conheço apenas suas obras inicias - O mistério da samambaia bailarina (1986) e Esssa maldita farinha (1987), que devo ter indicado a alunos, não me lembro mais, nem dos livros, nem dos alunos. Tenho muita vontade de que sua obra recente alimente minha alma.
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