quarta-feira, 30 de abril de 2008
assinar sem foto
Alguém sabe como fazer para não aparecer a foto cada vez que faço um comentário? Aprendi a colocar a foto depois de muito tentar, mas não quero que vire 'assinatura' de cada comentário que faço. Merci pela ajuda.
terça-feira, 29 de abril de 2008
certas palavras
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Sei que o in totum aí embaixo pode parecer pretensioso, mas não resisti, tão lindinha essa expressão (será com n?). Ela pode até pertencer ao universo jurídico, mas a gente também tem o direito de se apropriar de certos sons, quando a paixão for inevitável.
Sei que o in totum aí embaixo pode parecer pretensioso, mas não resisti, tão lindinha essa expressão (será com n?). Ela pode até pertencer ao universo jurídico, mas a gente também tem o direito de se apropriar de certos sons, quando a paixão for inevitável.
domingo, 27 de abril de 2008
Apenas uma vez
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E, contraditoriamente, subscrevo in totum o comentário que alguém fez sobre o filme Apenas uma vez e que achei em http://www.guiadasemana.com.br/film.asp?ID=11&cd_film=2137
Simplicidade, delicadeza e muito bom gosto. Esse adjetivos definem "ONCE". Comecei a ver este filme pela metade, e na primeira música, ja fiquei totalmente hipnotizado pela emoção passada pelos atores. è um filme despretensioso, mas que supera todas as expectativas de qualquer espectador que busca por um filme simples e de bom gosto. Músicas fenomenais, interpretações impecáveis que querem apenas contar uma história, e não fazer sucesso. Talvez essa seja a grande sacada do filme, o simples desejo de contar um história. Filme imperdível para aqueles que gostam de um cinema real, e aqueles que apreciam arte e claro, uma boa música. Não percam. Recomendo para se ter este em casa e assisti-lo de tempos em tempos. MARAVILHOSO!!! Digo contraditoriamente porque esse filme também trata dos imbroglios do amor e das relações que o acaso traz às vidas disponíveis para isso. No entanto, o tom é outro, e aqui reconheço a delicadeza que alguns viram no outro filme. Enfim, talvez apenas momentos distintos sejam responsáveis por abandonar um e amar o outro.
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E, contraditoriamente, subscrevo in totum o comentário que alguém fez sobre o filme Apenas uma vez e que achei em http://www.guiadasemana.com.br/film.asp?ID=11&cd_film=2137
Simplicidade, delicadeza e muito bom gosto. Esse adjetivos definem "ONCE". Comecei a ver este filme pela metade, e na primeira música, ja fiquei totalmente hipnotizado pela emoção passada pelos atores. è um filme despretensioso, mas que supera todas as expectativas de qualquer espectador que busca por um filme simples e de bom gosto. Músicas fenomenais, interpretações impecáveis que querem apenas contar uma história, e não fazer sucesso. Talvez essa seja a grande sacada do filme, o simples desejo de contar um história. Filme imperdível para aqueles que gostam de um cinema real, e aqueles que apreciam arte e claro, uma boa música. Não percam. Recomendo para se ter este em casa e assisti-lo de tempos em tempos. MARAVILHOSO!!! Digo contraditoriamente porque esse filme também trata dos imbroglios do amor e das relações que o acaso traz às vidas disponíveis para isso. No entanto, o tom é outro, e aqui reconheço a delicadeza que alguns viram no outro filme. Enfim, talvez apenas momentos distintos sejam responsáveis por abandonar um e amar o outro.
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blog voluntário
Estou participando desse movimento, mas como usuária, claro, e a primeira coisa que aprendi foi exatamente como colocar esse adesivo aí em cima. o cara dizia "copie e cole o código abaixo no editor de html de seu blog". Eu fiz e ... shazzzamm! ei-lo ali, aqui, lá...:)
Veja em http://www.blogvoluntario.org.br/
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terça-feira, 22 de abril de 2008
Beijo roubado
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Beijo roubado é uma roubada, um filme ridículo, patético, um mico enorme. Saí no meio com dó daqueles ótimos atores, perdidos em meio ao nada.
Beijo roubado é uma roubada, um filme ridículo, patético, um mico enorme. Saí no meio com dó daqueles ótimos atores, perdidos em meio ao nada.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
bode expiatório
Jacques Derrida, em A farmácia de Platão, estuda a relação entre o nascimento da escrita na cultura ocidental, que ocorre em detrimento da linguagem oral, utilizando a metáfora do phármakon para designar a idéia de remédio e veneno presente na constituição da escrita, na medida em que ela possibilita a permanência da palavra e do pensamento mas, ao mesmo tempo, e nesse mesmo gesto, traz também o esquecimento (já que não há mais necessidade de falar para lembrar, basta escrever e a coisa ficará fixada para sempre).
Essa mesma ambigüidade está presente no termo grego pharmakós:
" ... existia no grego uma palavra muito próxima a phármakon, que fazia uma oposição ao termo "droga": pharmakós, que designava o bode expiatório sacrificado para purificar a cidade dos males que a afligiam. O sacrifício de um cidadão, dentro da antiga lógica de uma parte pelo todo (pars pro totto) que existe desde a pré-história, era aplicado na Grécia, tanto que suas cidades mantinham malfeitores e degradados para quando alguma praga ou mudanças naturais ameaçavam a sobrevivência delas. Um membro da comunidade era sacrificado ou expulso para que os outros se salvassem. Em Roma houve poucos casos de sacrifício ou expulsão de cidadãos, e quando este acontecia, como o caso do cônsul Décio, era uma entrega do próprio cidadão de seu destino aos deuses, pela cidade, pelos seus cidadãos e por sua legião, como discursou em sua evocação o Cônsul." [http://www.tribosdegaia.com.br/htm/artigos/drake09.htm]
Acho que a cidade do Rio vive, periodicamente, uma expiação pública e coletiva a cada vez que um inocente é assassinado ou violentado aqui. Como isso ocorre com relativa freqüência, porque somos ainda bárbaros e primitivos e ignorantes, temos esses delírios coletivos, ou essa exposição pública de nossos instintos mais mesquinhos, sob a roupagem da piedade e do zelo, de que Nietzsche, aliás (outro parceiro do francês), falava muito mal.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
tititi na taba
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Não conheço o assunto profundamente, mas me soaram coerentes as observações do homem da Amazônia sobre a questão da demarcação de terras indígenas na faixa de fronteira em Roraima, e discordo do homem da Funai de que nossa política indigenista é referência mundial, porque existem não sei quantos mil índios remanescentes de diversas tribos.
Eu me pergunto em que condições vivem esses índios, se se pode mesmo falar em povos indígenas a essa altura do campeonato, com tantos e todos os males que eles não apenas herdaram da 'nossa' cultura (branca?) mas a cujos vícios também aderiram, muitas vezes por conveniência, ganância, e outras tantas para garantir a sobrevivência.
Acho que a política indigenista brasileira era referência quando os Villas Boas ainda existiam, e mesmo assim ainda há controvérsias. De todo modo, os índios e os sem-terra constituem hoje grupos manipulados (acho que essa é a palavra) por setores de interesses variados e cooptados por causas poucas vezes nobres.
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General considera terra indígena de fronteira risco à soberania - Mair Pena Neto
O general Augusto Heleno, comandante militar da Amazônia, classificou a transformação da faixa da fronteira norte do país em terras indígenas como ameaça à soberania nacional.
O militar não se mostrou preocupado em contrariar posição do governo, que defende a homologação de terras indígenas mesmo em regiões de fronteira, e disse que o Exército "serve ao Estado brasileiro e não ao governo".
Em palestra sobre a defesa da Amazônia no seminário "Brasil, ameaças a sua soberania", nesta quarta-feira, no Clube Militar, no Rio de Janeiro, o general falou de sua preocupação com os territórios indígenas na faixa de fronteira.
O general lembrou o compromisso brasileiro com declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o direito dos povos indígenas, que destaca a desmilitarização das terras indígenas como contribuição para a paz e o desenvolvimento econômico e social.
"Quer dizer que o problema somos nós?", perguntou o general sob aplausos entusiasmados da platéia de militares.
Para o general Heleno, a política indigenista está dissociada do processo histórico do país e precisa ser revista com urgência.
"É um caos, não funciona. Os problemas são enormes, o alcoolismo é crescente", disse o general referindo-se à situação de tribos amazônicas.
"Sou totalmente a favor do índio", frisou o general. "Não sou da esquerda escocesa que atrás de um copo de uísque resolve os problemas brasileiros. Eu estou lá na Amazônia vendo o que acontece com o índio brasileiro."
O general reiterou sua posição contrária à demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que quase levou a um conflito violento entre a Polícia Federal e arrozeiros que serão obrigados a deixar a área.
Uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a operação da Polícia Federal que desalojaria os fazendeiros de arroz que se recusam a deixar terras da reserva. Cinco grandes plantadores de arroz possuem oito fazendas na área indígena. O governo se propõe a pagar indenização pelas benfeitorias
Segundo o general, o índio também é brasileiro e não deve ser excluído da convivência com outros brasileiros.
"Quer dizer que na Liberdade vai ter japonês e não japonês", comentou o general utilizando como exemplo o bairro paulista de forte presença japonesa. "Como um brasileiro não pode entrar numa terra só porque não é indígena", questionou.
Além da questão indígena, o general Heleno apresentou como ameaças à Amazônia os conflitos fundiários, as organizações não-governamentais e os diversos ilícitos.
Em sua opinião, o desenvolvimento da Amazônia vai acontecer independentemente da nossa vontade. "É impossível preservar a Amazônia como lenda, floresta verde. O que depende de nós é fazer com que (o desenvolvimento) aconteça de forma sustentável", defendeu.
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Não conheço o assunto profundamente, mas me soaram coerentes as observações do homem da Amazônia sobre a questão da demarcação de terras indígenas na faixa de fronteira em Roraima, e discordo do homem da Funai de que nossa política indigenista é referência mundial, porque existem não sei quantos mil índios remanescentes de diversas tribos.
Eu me pergunto em que condições vivem esses índios, se se pode mesmo falar em povos indígenas a essa altura do campeonato, com tantos e todos os males que eles não apenas herdaram da 'nossa' cultura (branca?) mas a cujos vícios também aderiram, muitas vezes por conveniência, ganância, e outras tantas para garantir a sobrevivência.
Acho que a política indigenista brasileira era referência quando os Villas Boas ainda existiam, e mesmo assim ainda há controvérsias. De todo modo, os índios e os sem-terra constituem hoje grupos manipulados (acho que essa é a palavra) por setores de interesses variados e cooptados por causas poucas vezes nobres.
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General considera terra indígena de fronteira risco à soberania - Mair Pena Neto
O general Augusto Heleno, comandante militar da Amazônia, classificou a transformação da faixa da fronteira norte do país em terras indígenas como ameaça à soberania nacional.
O militar não se mostrou preocupado em contrariar posição do governo, que defende a homologação de terras indígenas mesmo em regiões de fronteira, e disse que o Exército "serve ao Estado brasileiro e não ao governo".
Em palestra sobre a defesa da Amazônia no seminário "Brasil, ameaças a sua soberania", nesta quarta-feira, no Clube Militar, no Rio de Janeiro, o general falou de sua preocupação com os territórios indígenas na faixa de fronteira.
O general lembrou o compromisso brasileiro com declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o direito dos povos indígenas, que destaca a desmilitarização das terras indígenas como contribuição para a paz e o desenvolvimento econômico e social.
"Quer dizer que o problema somos nós?", perguntou o general sob aplausos entusiasmados da platéia de militares.
Para o general Heleno, a política indigenista está dissociada do processo histórico do país e precisa ser revista com urgência.
"É um caos, não funciona. Os problemas são enormes, o alcoolismo é crescente", disse o general referindo-se à situação de tribos amazônicas.
"Sou totalmente a favor do índio", frisou o general. "Não sou da esquerda escocesa que atrás de um copo de uísque resolve os problemas brasileiros. Eu estou lá na Amazônia vendo o que acontece com o índio brasileiro."
O general reiterou sua posição contrária à demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que quase levou a um conflito violento entre a Polícia Federal e arrozeiros que serão obrigados a deixar a área.
Uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a operação da Polícia Federal que desalojaria os fazendeiros de arroz que se recusam a deixar terras da reserva. Cinco grandes plantadores de arroz possuem oito fazendas na área indígena. O governo se propõe a pagar indenização pelas benfeitorias
Segundo o general, o índio também é brasileiro e não deve ser excluído da convivência com outros brasileiros.
"Quer dizer que na Liberdade vai ter japonês e não japonês", comentou o general utilizando como exemplo o bairro paulista de forte presença japonesa. "Como um brasileiro não pode entrar numa terra só porque não é indígena", questionou.
Além da questão indígena, o general Heleno apresentou como ameaças à Amazônia os conflitos fundiários, as organizações não-governamentais e os diversos ilícitos.
Em sua opinião, o desenvolvimento da Amazônia vai acontecer independentemente da nossa vontade. "É impossível preservar a Amazônia como lenda, floresta verde. O que depende de nós é fazer com que (o desenvolvimento) aconteça de forma sustentável", defendeu.
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domingo, 13 de abril de 2008
Estômago
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Gostei muito de Estômago, embora o filme seja meio como a cena inicial - um tanto longo, mas engraçado. Tudo é interessante: o roteiro é muito bom, o ator principal, João Miguel, dá um show de interpretação (já o tinha visto em O céu de Suely, e gostado muito dele - do jeito meio sonso, da cara simpática). O final, por inesperado, deixa a gente de boca aberta por sua virulência, embora a maquiagem da 'coisa' tenha sido muito mal feita. Mas saímos com vontade de usar alecrim na comida.
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Gostei muito de Estômago, embora o filme seja meio como a cena inicial - um tanto longo, mas engraçado. Tudo é interessante: o roteiro é muito bom, o ator principal, João Miguel, dá um show de interpretação (já o tinha visto em O céu de Suely, e gostado muito dele - do jeito meio sonso, da cara simpática). O final, por inesperado, deixa a gente de boca aberta por sua virulência, embora a maquiagem da 'coisa' tenha sido muito mal feita. Mas saímos com vontade de usar alecrim na comida.
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sábado, 12 de abril de 2008
stand by
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O mundo pára de repente e a respiração fica difícil quando se espera o resultado de um exame que vai dizer se você pode ou não continuar no fluxo da vida. Por isso, até dia 16 continuo em stand by.
A partir desta data, aguardo um parecer de alguém muito valoroso que vou encontrar em Fortaleza na próxima semana. E respiro de novo.
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O mundo pára de repente e a respiração fica difícil quando se espera o resultado de um exame que vai dizer se você pode ou não continuar no fluxo da vida. Por isso, até dia 16 continuo em stand by.
A partir desta data, aguardo um parecer de alguém muito valoroso que vou encontrar em Fortaleza na próxima semana. E respiro de novo.
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a força dela
Muito bonita a entrevista no Globo Repórter de 11/04 com a Cristiane Guerra, do parafrancisco, sobre perdas e forças :
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM814652-7823-COMO+SUPERAR+A+DOR+DE+UMA+PERDA+INESPERADA,00.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM814652-7823-COMO+SUPERAR+A+DOR+DE+UMA+PERDA+INESPERADA,00.html
quinta-feira, 3 de abril de 2008
boa comida
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Durante esse período "em retiro", tive de comer muito mal ali por perto do hospital mesmo, e eu acho muito triste quando isso acontece comigo. Assim, foi um prazer grande quando, aproveitando a presença da empregada em casa, dei uma passada no centro da cidade para resolver coisas no edifício central, na rio branco, e almocei no restaurante 'art station', que fica no subsolo. Que comida legal, muito boa mesmo, num lugar simples e decente. Sei que há vários lugares bacanas no centro, mas não sou assídua daquelas bandas, portanto, quando achei esse fiquei feliz.
Durante esse período "em retiro", tive de comer muito mal ali por perto do hospital mesmo, e eu acho muito triste quando isso acontece comigo. Assim, foi um prazer grande quando, aproveitando a presença da empregada em casa, dei uma passada no centro da cidade para resolver coisas no edifício central, na rio branco, e almocei no restaurante 'art station', que fica no subsolo. Que comida legal, muito boa mesmo, num lugar simples e decente. Sei que há vários lugares bacanas no centro, mas não sou assídua daquelas bandas, portanto, quando achei esse fiquei feliz.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Fim da saga?
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Parece que terminou minha saga no hospital Rio Laranjeiras: o resultado do exame deu positivo para dengue, mas.... essa é a boa notícia, ela está assintomática, sem febre, sem manchas, as plaquetas subiram de 176 m3 para 182 m3 (o mínimo é 150 m3) e já pode ir para a escola, retomar atividades com moderação.
A má notícia: o médico disse que os repelentes têm duração curta na pele, em torno de meia hora, fiquei chocada. Então vou ter de sair com repelente na bolsa e colocar de meia em meia hora? Mas eles não são também tóxicos? E agora?
Fim da sessão "utilidade pública" do blog. Mas não da dengue: o hospital está lotadíssimo, ficamos lá de 11h até as 16h para fazer esse exame de sangue.
E chegando mais gente.
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Parece que terminou minha saga no hospital Rio Laranjeiras: o resultado do exame deu positivo para dengue, mas.... essa é a boa notícia, ela está assintomática, sem febre, sem manchas, as plaquetas subiram de 176 m3 para 182 m3 (o mínimo é 150 m3) e já pode ir para a escola, retomar atividades com moderação.
A má notícia: o médico disse que os repelentes têm duração curta na pele, em torno de meia hora, fiquei chocada. Então vou ter de sair com repelente na bolsa e colocar de meia em meia hora? Mas eles não são também tóxicos? E agora?
Fim da sessão "utilidade pública" do blog. Mas não da dengue: o hospital está lotadíssimo, ficamos lá de 11h até as 16h para fazer esse exame de sangue.
E chegando mais gente.
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terça-feira, 1 de abril de 2008
Ouvidoria que ouve
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Já que esse blog está numa fase "utilidade pública", sobretudo pela contribuição da Ana R ( http://amdcr.blogspot.com/ ), que acabo de conhecer e vem subscrevendo ótimos comentários por aqui a propósito da dengue, quero informar que a Ouvidoria da Caixa Econômica funciona mesmo, o que, no contexto da inoperância geral dos serviços nessa taba, é coisa à beça.
Isso porque eu pedi há um ano mais ou menos o extrato de uma conta de poupança para entrar na justiça e reaver as perdas daqueles planos todos em que nos ferramos (collor, bresser etc, etc.) e o processo foi arquivado porque a Caixa não me entregava o bendito extrato. Minha irmã sugeriu que eu enviasse email para a Ouvidoria explicando toda a situação, o que fiz, e não é que uma semana depois me ligam da agência dizendo para ir buscar o documento? Pois é, pena que tive de me aborrecer tanto antes. Agora já sei, direto para a Ouvidoria.
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Já que esse blog está numa fase "utilidade pública", sobretudo pela contribuição da Ana R ( http://amdcr.blogspot.com/ ), que acabo de conhecer e vem subscrevendo ótimos comentários por aqui a propósito da dengue, quero informar que a Ouvidoria da Caixa Econômica funciona mesmo, o que, no contexto da inoperância geral dos serviços nessa taba, é coisa à beça.
Isso porque eu pedi há um ano mais ou menos o extrato de uma conta de poupança para entrar na justiça e reaver as perdas daqueles planos todos em que nos ferramos (collor, bresser etc, etc.) e o processo foi arquivado porque a Caixa não me entregava o bendito extrato. Minha irmã sugeriu que eu enviasse email para a Ouvidoria explicando toda a situação, o que fiz, e não é que uma semana depois me ligam da agência dizendo para ir buscar o documento? Pois é, pena que tive de me aborrecer tanto antes. Agora já sei, direto para a Ouvidoria.
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