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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Na terra do (muito) sol

De uma visita rápida a médico em Fortaleza:


O prédio onde morei e, apesar de todos os contratempos vividos ali, fui bem feliz. Entrei, conversei com um morador, fui reconhecida por um funcionário como se tivesse saído ontem ::)














A pracinha em frente recebeu um parquinho pras crianças, que os marmanjos usam, claro.











Dos quiosques que vendem plantas na pracinha.











Shopping Del Paseo, pequeno, agradável, ótimo lugar para almoçar, onde ia a pé. Gosto muito.











O mobiliário dessa área é fofo.
















O bom desse lugar é que nunca está cheio, sempre dá pra relaxar e sair da canícula lá fora.


























Esse último ser do presépio, carregando um cabrito nos ombros, eu já fotografei há alguns anos no presépio da igreja que é a segunda casa de minha mãe, na rua onde ela mora. Quando o vi pensei: ah, você está por aqui também, meu senhor, deve estar cansado de carregar esse borrego vindo de tão longe...::)


Aí está, é ele mesmo, o senhor cabrito... conversei um pouco com ele porque, como se sabe, quem viaja só conversa com quem aparece à frente, e quando se conhece o ser então, lá vem papo... Ele é parecido com um amigo mineiro de infância.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

bric à brac

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Bom, voltei de Fortaleza e lá passei alguns bons momentos, mas o sol estava de rachar o crânio e eu não devo/posso ficar exposta a ele. Além disso, peguei uma dermatite atópica (embora bem tópica, na pálpebra inferior, onde os óculos de sol se atritam com a bochecha...:), então não havia muito sentido em ficar com essa limitação de sol, porque o que essa cidade mais tem é mesmo a estrela mais amarela e ardente que conheço.

De todo modo, descobri os últimos porquês da minha relação com a cidade, desvendei enfim as partes que faltavam da minha breve mas intensa história por lá. E minha certeza de que esse espaço de blog vai terminar em breve (não apenas o meu, mas essa forma de escrita e comunicação) vem de que essas descobertas, o que afinal seria a coisa mais interessante dessa minha viagem (que está longe de ser apenas turística, aliás, nem gosto de ir onde turista vai) não cabem aqui nesse espaço, por demais pessoais.

Do que se pode falar, visitei a casa de José de Alencar, que foi restaurada, uma casa bem singela, como se pode ver, se se pensa com os padrões de hoje, para um sujeito que adquiriu tal importância na cultura brasileira e cujo pai foi senador "pela província do Ceará de 2 de maio de 1832 até sua morte", como lemos na wiki.



Se viveu numa casinha pequenina, algumas árvores da propriedade são deslumbrantes, sobretudo uma delas, majestosa, que fotografei olhandoalgum tempo para cima, em direção a ele, e foi quando peguei a tal dermatite. De todo modo, ela (a tal) me levou a uma dermatologista que, meus senhores, era tudo de bom, além de ter uma bica de água no banheiro que parecia uma mini fonte de versalhes, um espanto.
Aliás, Fortaleza me apresenta sempre umas coisas ótimas, que eu nunca tinha visto antes... enfim, minha província é aqui, it seems.






Ah, e vi três bobagens: A verdade nua e crua; Se beber, não case e Up - altas aventuras, que abandonei quase no final, sem paciência. Das duas outras besteiras, olhei melhor a primeira do que a segunda, esta última super besteirol cheio daquelas ideologias safadinhas lá deles.


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Ah, de novo, lendo três livros ao mesmo tempo e amando o último: O jardim de cimento (Ian McEwan, meio chatinho); (Suicídios exemplares (Vila-Matas, tema e escrita muito bons); Santo sujo - a vida de Jayme Ovalle (Humberto Werneck, bom demais, e vou querer falar, quando terminar de ler, do meu encanto por essa figura e pela narrativa do Werneck, que coisa...).

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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

esses dias 2

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Como sou uma pessoa vamos dizer... incomum (para ser educada comigo mesma :), e tenho muitas milhas que nunca usei e vão expirar em breve, resolvi me dar duas chances de voltar de Fortaleza, para onde vou amanhã, sábado. Posso voltar na quarta ou na sexta próximas. Pode não parecer, mas ter as duas possibilidades me deixa mais tranquila.


Na verdade, não nasci para pensar o que quero fazer no futuro, mal sei o que quero fazer hoje, então viajar nem sempre é mamão com açúcar para mim, porque quero ir numa hora específica, sem planos e planilhas, e quero voltar quando me der na telha, o que, convenhamos, poucos podem.


De todo modo, a coisa boa é que não perco quase todo o FestRio que acaba de começar por aqui.

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