Sem qualquer frescura, e sem nostalgia de um possível éden, conhecer Inhotim é uma experiência quase transcendente quando se observa a relação entre arte, natureza e espaço que ali se atualiza. É um espanto saber que podemos ter algo como aquelo espaço, de primeiro mundo e nosso! Quando a gente entra na primeira aléia - eu fui a primeira visitante a chegar e a entrar, na última terça feira - dá uma sensação de que se está adentrando uma espécie de território intocado, embora a mão do homem tenha feito formas de arte e da natureza de indescritível beleza. Vi e fui acolhida por tantas espécies de vegetais, árvores deslumbrantes, lagos, cisnes, obras de artes, tudo é tão belo e tão visceral e poderoso que preciso, mas preciso com urgência voltar e ver o que não pude, e rever o que já vi - desta vez, tentar não chorar diante da obra de Adriana Varejão, porque assim que cheguei perto daquele muro as lágrimas surgiram sem controle, fui lá fora, me acalmei, voltei mas só pude passar meio depressinha por ela. Não vou nem tentar explicar o que senti diante dela, mas ainda me emociono ao lembrar de 'Linda do rosário', aqui .
Achei esse comentário, dentre tantos que vi na rede, do Boni, sucinto e claro:
http://bloglog.globo.com/blog/blog.do?act=loadSite&id=174&postId=25234&permalink=true
Um dos inúmeros lugares onde há bancos, cadeiras e uma vista deslumbrante para nosso olhar e espírito:
Essa árvore, tamboril, é um ponto de referência e impacta por sua magnificência:
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