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domingo, 24 de outubro de 2010

fait divers

Flashes sobre alguns filmes que vi:

Comer, Rezar, Amar: equivocado do começo ao fim, muito ruim, triste ver aquela atriz pagando tamanho mico, e o belo só se salva porque entra já no finalzinho, para fazer o mais agradável: seduzir. E mesmo assim ainda paga mico falando em suposto português (mas continua sedutor, sempre);

O pequeno Nicolau: fofo, mesmo para adultos, muito interessante;

Eu e meu guarda-chuva: crianças entre 7 e 12 anos se esbaldam; meio chatinho para adultos, embora frases inteligentes e alguns truques non-sense tornem o filme medianamente razoável;

Antes que o mundo acabe: lindo, bem feito, atores jovens dando o recado direitinho, orgulho e prazer de ver;

Cinco vezes favela, agora por nós mesmos: a palavra que me veio assim que saí do cinema: frescor. Todas as histórias são bem contadas, têm uma espécie de "alma carioca", algumas são bem engraçadas e as que não são cativam o espectador. O filme todo é ótimo. 

Quando me apaixono: quis muito gostar da protagonista, porque admiro o trabalho da Helen Hunt, mas achei mal costurado do começo ao fim. Não achei um filme ruim, como Comer, Rezar, Amar é um filme ruim, mas um filme mal feito, há diferença, só não sei explicar.

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Fui ver a Primavera do livro, andei um pouco, olhei, mas só comprei um livrinho do Ondjaki, E se amanhã o medo, para conhecer o rapaz. Não tenho mais onde colocar livros e há muitos não lidos por aqui. Achei o ambiente do lugar ótimo, mas se alguém for comer algum daqueles doces que eles dizem ser de Portugal, não peçam a bomba de chocolate, é uma bomba de nada vezes nada, só calorias sem sabor algum. Reclamei bastante do engodo e não paguei nada, tampouco.


domingo, 29 de novembro de 2009

Primavera do livro

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Passei na Primavera do Livro, no Museu da República, e consegui sair sem livros, mas não escapei de umas camisetas com frases simpaticíssimas, vendidas logo no primeiro stand, com preços meio salgados mas tão gracinhas. A moça ficou de entregar aqui na terça, vamos torcer pra eu não ter entrado numa furada.

Ouvi um pouco do que Gabeira falava sobre os problemas do meio ambiente, ouvi também, mais tarde, os poemas ditos por Carlito Azevedo, aliás, ele leu um longo poema, num ritmo velocíssimo de que não gostei muito (tentei achar o poema nos livros dele e não consegui), e também leu 'As banhistas', de que gosto muito, no ritmo que eu reconheço.

(É engraçado como a leitura de um poema faz dele quase outra coisa. Nunca gostei muito de ouvir os grandes poetas lendo suas obras, parece que eles querem se apossar - porque a escreveram - de uma coisa que é minha, porque todo poema que li e de que gostei passa a ser meu, mais do que um romance, ou um conto).

O Geraldo Carneiro é muito gracinha, faz uma poesia mais filosófica e tem uma memória espantosa - pegava deixas dos outros integrantes da mesa (Carlito e Angela Melim) e 'lembrava' poemas seus que tinham a ver com o que eles haviam dito, enfim, memória, humor e simpatia, me lembrou Vinicius de Morais.

Encontrei por lá um colega da Uerj muito falante e conversamos algum tempo - as coisas na academia não mudam muito, continuam o mesmo vespeiro de sempre, alívio não estar mais lá.

Aproveitei para tirar algumas fotos com meu novo pequeno brinquedo.

















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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

nos intervalos


Fui à Primavera do Livro, mas esse ano achei tudo meio confuso, muita gente no estande da Cosac, eu meio sem paciência, acabei saindo cedo e só comprei três livros infantis para os sobrinhos (a fila deles já começa a se
formar).

Também passei pela Feira de Artesanato da Marina da Glória, achei interessante, muita coisa boa, bonita e não muito cara. Aproveitei e tirei algumas fotos dos barcos de lá também, e o Pink Fleet está aqui porque tenho vontade de fazer um passeio nele, e vou qualquer dia.


Com esse curso de fotografia, tenho saído todo santo dia, o que já é coisa à beça para meu temperamento de eremita. Mas o mais difícil é mesmo a relação com as pessoas, por menos que seja, tem de haver um mínimo contato, um exercício nem sempre muito fácil;

Um pouco da minha lista de espera:

A trilogia de Nova Iorque, Paul Auster; Fantasma sai de cena, Philip Roth; Diário de um ano ruim, Coetzee; Onze anos de correspondência: os machados de Assis, Maria Cristina Ribas; Três contos traduzidos por Fernando Pessoa, O. Henry; Garbo, Barry Paris; A vida das musas, Francine Prose; O sussurro da mulher baleia, Alonso Cueto; Os desafios da terapia (reflexões para pacientes e terapeutas), Irvin D. Yalon; A cidade do sol, Khaled Hossein; As intermitências da morte, José Saramago; Eles eram muitos cavalos, Luiz Ruffato; Histórias fantásticas, Bioy Casares; A caixa preta, Amós Oz; Os cadernos de Malte Laurids Bridge, Rilke; O criado-mudo, Edgard Telles Ribeiro; Sábado, Ian McEwan; Mês de cães danados, Moacyr Scliar; Duras: uma vida por escrito, Frédérique Lebelley; Moby Dick, Melville; A louca da casa, Rosa Montero; Coroas, Mirian Goldenberg e por aí vai... sugestões para a ordem de leitura?

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Agora tenho um flicr para as fotos: http://www.flickr.com/photos/claralopez