Fomos ver no domingo o último dia do Grupo Corpo no Municipal. Gostei muito, sobretudo da segunda parte, Breu, composta pelo Rodrigo Pederneiras em 2007. A primeira parte, com uma obra mais antiga ( "21", de 1992), demorou um pouco a engrenar.
O teatro estava lotado, e depois da meia hora inicial o público já estava de olhinho aceso, quando os dançarinos mostraram por que fazem parte de um dos melhores grupos de dança brasileira. Dançam muito, e há uma malemolência extremamente técnica e sofisticada em cada movimento; há momentos de extrema beleza, de tocante emoção, sobretudo nas 'danças no chão', numa arte que eu acho muito difícil de realizar, mais que todas, porque tem de criar emoção apenas com o corpo, em sintonia com a música.
Estavam lá Antonio e Nina, e Lu ficou impressionada com a grandeza do teatro. Foi um fim de tarde ótimo.
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