Ihh!! Janeiro é fogo! Tudo acontece e parece que a bruxa tá solta! A minha mãe já está em casa, mas ainda não voltou à vida normal. Estou administrando a vida dela e a minha. Clara, sei na pele o que você está passando. Se eu puder ajudar de alguma forma, é só falar! De uma forma ou de outra, vai dar tudo certo! Beijos!
Clara, não cansamos de dizer: "isto é a vida", mas quem há de se acostumar, a doença é a grande traição da natureza, para quem possui alguma crença se apazigua nas orações e meditações. Já outros, como no meu caso, o primeiro sentimento, toda vez que fico doente, é de raiva, revolta, pois a vida já é tão difícil e complicada. Também não gosto de remédio (diz um médico amigo que "a diferença de remédio para veneno está na quantidade"), nem de médico, muito menos de hospital, mas a velhice vem chegando e o que sinto é que as doenças começam a ser arrumadas em uma prateleira na minha frente, como me forçando para que eu escolha, pelo menos uma, mas eu me recuso a ficar doente .Clara, sei que estes momentos são difíceis, passei duas vezes por essa experiência, primeiro com meu pai que teve derrame e passou anos em cima de uma cama e depois com minha mãe, com o mal de alzheimer. Ela ficou meses no hospital, mas, o importante, é cuidarmos bem deles e torcermos para que tenhamos quando for nossa vez, quem cuide de nós, pois não sabemos como será. Nunca tive medo da morte, mas sim da dor, a dor física não é fácil, mas nessa vida convivemos também no dia-a-dia com outra dor, que é a do desamor, esta as vezes nos desanima. Isso aí, no seu lar, tenho certeza que não existe, ficando tudo mais fácil, pois o remédio do amor é imediato e o efeito colateral é benéfico. Clara, força, coragem, paciência. Demorei, mas voltei, senti saudades de sua inteligência, do seu jeito de escrever e de suas fotografias. Um abraço, saúde para sua mãe, Armando[recomentarios.blogspot.com]
Oh, armando, muito obrigada por todas as coisas bonitas e gentis que vc escreveu. A doença em família acho mais complicado do que em mim mesma, eu fico pior do que o doente, e na mãe então...:)Imagino a barra pesadíssima que vc enfrentou com seus pais, não posso me imaginar numa situação dessas. Volte quando quiser, será sempre bem vindo aqui nesse linha, viu? um abraço grande, clara
7 comentários:
Muita luz para você!
Que tudo fique do jeito que tem de ficar!
Beijo
PAola
Calma, muita calma nesta hora...
Beijo,
Antonio A.
ô querida!
Só dizer que sei como que é... Todos passamos por isso em algum ponto do caminho.Tomara que tudo e voce serenem logo!
Beijo
Ihh!! Janeiro é fogo! Tudo acontece e parece que a bruxa tá solta! A minha mãe já está em casa, mas ainda não voltou à vida normal. Estou administrando a vida dela e a minha. Clara, sei na pele o que você está passando. Se eu puder ajudar de alguma forma, é só falar!
De uma forma ou de outra, vai dar tudo certo!
Beijos!
Obrigada, queridos/as, parece que as coisas ficaram menos ruim, o que já é muito bom.
beijo,
clara
Clara, não cansamos de dizer: "isto é a vida", mas quem há de se acostumar, a doença é a grande traição da natureza, para quem possui alguma crença se apazigua nas orações e meditações. Já outros, como no meu caso, o primeiro sentimento, toda vez que fico doente, é de raiva, revolta, pois a vida já é tão difícil e complicada. Também não gosto de remédio (diz um médico amigo que "a diferença de remédio para veneno está na quantidade"), nem de médico, muito menos de hospital, mas a velhice vem chegando e o que sinto é que as doenças começam a ser arrumadas em uma prateleira na minha frente, como me forçando para que eu escolha, pelo menos uma, mas eu me recuso a ficar doente .Clara, sei que estes momentos são difíceis, passei duas vezes por essa experiência, primeiro com meu pai que teve derrame e passou anos em cima de uma cama e depois com minha mãe, com o mal de alzheimer. Ela ficou meses no hospital, mas, o importante, é cuidarmos bem deles e torcermos para que tenhamos quando for nossa vez, quem cuide de nós, pois não sabemos como será. Nunca tive medo da morte, mas sim da dor, a dor física não é fácil, mas nessa vida convivemos também no dia-a-dia com outra dor, que é a do desamor, esta as vezes nos desanima. Isso aí, no seu lar, tenho certeza que não existe, ficando tudo mais fácil, pois o remédio do amor é imediato e o efeito colateral é benéfico. Clara, força, coragem, paciência. Demorei, mas voltei, senti saudades de sua inteligência, do seu jeito de escrever e de suas fotografias. Um abraço, saúde para sua mãe, Armando[recomentarios.blogspot.com]
Oh, armando, muito obrigada por todas as coisas bonitas e gentis que vc escreveu. A doença em família acho mais complicado do que em mim mesma, eu fico pior do que o doente, e na mãe então...:)Imagino a barra pesadíssima que vc enfrentou com seus pais, não posso me imaginar numa situação dessas. Volte quando quiser, será sempre bem vindo aqui nesse linha, viu?
um abraço grande,
clara
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