segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Pesou



Como já devem ter notado, a barra por aqui pesou - mãe doente, hospital, estresse, a tralha toda.
Volto quando os ares serenarem, ou eu mesma serenar.

7 comentários:

Paola disse...

Muita luz para você!
Que tudo fique do jeito que tem de ficar!

Beijo

PAola

Antonio Augusto disse...

Calma, muita calma nesta hora...
Beijo,
Antonio A.

Rita de Cássia disse...

ô querida!
Só dizer que sei como que é... Todos passamos por isso em algum ponto do caminho.Tomara que tudo e voce serenem logo!
Beijo

Ana R. disse...

Ihh!! Janeiro é fogo! Tudo acontece e parece que a bruxa tá solta! A minha mãe já está em casa, mas ainda não voltou à vida normal. Estou administrando a vida dela e a minha. Clara, sei na pele o que você está passando. Se eu puder ajudar de alguma forma, é só falar!
De uma forma ou de outra, vai dar tudo certo!
Beijos!

vera maria disse...

Obrigada, queridos/as, parece que as coisas ficaram menos ruim, o que já é muito bom.
beijo,
clara

ARMANDO MAYNARD disse...

Clara, não cansamos de dizer: "isto é a vida", mas quem há de se acostumar, a doença é a grande traição da natureza, para quem possui alguma crença se apazigua nas orações e meditações. Já outros, como no meu caso, o primeiro sentimento, toda vez que fico doente, é de raiva, revolta, pois a vida já é tão difícil e complicada. Também não gosto de remédio (diz um médico amigo que "a diferença de remédio para veneno está na quantidade"), nem de médico, muito menos de hospital, mas a velhice vem chegando e o que sinto é que as doenças começam a ser arrumadas em uma prateleira na minha frente, como me forçando para que eu escolha, pelo menos uma, mas eu me recuso a ficar doente .Clara, sei que estes momentos são difíceis, passei duas vezes por essa experiência, primeiro com meu pai que teve derrame e passou anos em cima de uma cama e depois com minha mãe, com o mal de alzheimer. Ela ficou meses no hospital, mas, o importante, é cuidarmos bem deles e torcermos para que tenhamos quando for nossa vez, quem cuide de nós, pois não sabemos como será. Nunca tive medo da morte, mas sim da dor, a dor física não é fácil, mas nessa vida convivemos também no dia-a-dia com outra dor, que é a do desamor, esta as vezes nos desanima. Isso aí, no seu lar, tenho certeza que não existe, ficando tudo mais fácil, pois o remédio do amor é imediato e o efeito colateral é benéfico. Clara, força, coragem, paciência. Demorei, mas voltei, senti saudades de sua inteligência, do seu jeito de escrever e de suas fotografias. Um abraço, saúde para sua mãe, Armando[recomentarios.blogspot.com]

vera maria disse...

Oh, armando, muito obrigada por todas as coisas bonitas e gentis que vc escreveu. A doença em família acho mais complicado do que em mim mesma, eu fico pior do que o doente, e na mãe então...:)Imagino a barra pesadíssima que vc enfrentou com seus pais, não posso me imaginar numa situação dessas. Volte quando quiser, será sempre bem vindo aqui nesse linha, viu?
um abraço grande,
clara