sexta-feira, 5 de junho de 2009

A mulher invisível


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Gostei de ter visto A mulher invisível, mas há um grande problema no filme que diz respeito ao tom narrativo. Ele não é inteiramente comédia, mas sua vocação é para ser completamente comédia. Ou seja, quando os personagens se entregam àquela maluquice da relação com a mulher invisível o filme fica engraçado, mas quando advém um certo ar de drama, a coisa desanda.
Tanto a vocação do filme é a comédia que a parca aparição da Fernandinha Torres dá uma levantada geral no humor, ela está impagável nos poucos momentos em que fica na tela.

O gracinha do Selton Mello tem altos e baixos, bem no estilo das várias vozes que ele usa e abusa no filme - uma espécie de gag de voz fina e grossa, além dos tiques de sons que explora com algum resultado de humor. Acho que ele percebe que precisa explorar mais o humor do que o drama que o diretor impõe, não sei.

De todo modo, não sou indicada para falar do Selton porque sou tiete, então vejo qualidades até nos defeitos dele - e aqui tem alguns defeitos, sim, sobretudo nas cenas de romance que ele faz sozinho, como se estivesse com a Luana, que me parecem um tanto exageradas.

Ah, e a Luana está belíííísssima - é o máximo que posso dizer da atuação dela que, aliás, é para ser isso mesmo: a gostosona do pedaço.


A trilha sonora é muito boa, com minha ídola de juventude Janis Joplin abrindo e fechando o filme. Enfim, se não houver grandes expectativas, dá para ver e arejar a cabeça.


2 comentários:

Paola disse...

Clara,
Vou aceitar sua proposta, vc manda pelo correio e eu deposito na sua conta, tá?
Pelo email trocamos essas informações!

Beijo

PAola

Clara Lopez disse...

Tá certo, paola, tomara que ainda encontre umzinho por lá, pq no site não tem, procurei ontem.
beijo,
clara